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	<title>Inconsciente Coletivo</title>
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	<description>onde a Psicologia, a Mitologia, História e a Religião se encontram...</description>
	<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 10:00:27 +0000</pubDate>
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		<title>Os Dez Maiores Problemas da Evolução</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 10:00:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[História]]></category>

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Apesar de a teoria da Evolução ser considerada por muitos não mais uma teoria, mas uma verdade científica, não é algo que todos os cientistas e estudiosos concordam. E é interessante como isso é pouco falado não só nos meios acadêmicos, como na mídia. Normalmente, quem desacredita ou nega a teoria evolucionista é considerado &#8220;criacionista&#8221;, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/evolution1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-95" src="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/evolution1.jpg?w=300&h=169" alt="" width="300" height="169" /></a></p>
<p>Apesar de a teoria da Evolução ser considerada por muitos não mais uma teoria, mas uma verdade científica, não é algo que todos os cientistas e estudiosos concordam. E é interessante como isso é pouco falado não só nos meios acadêmicos, como na mídia. Normalmente, quem desacredita ou nega a teoria evolucionista é considerado &#8220;criacionista&#8221;, &#8220;místico&#8221;, ou simplesmente um ignorante. Mas, verdade seja dita, a tal evolução como proposta por Darwin e expandida por outros depois dele, continua suscitando mais perguntas do que respondendo. Se duvida, experimente olhar o livro &#8220;<strong>Forbidden Archaeology</strong>&#8221; (ou como foi traduzido para o português: &#8220;<strong>História Secreta da Raça Humana</strong>&#8220;), de <strong>Michael Cremo e Richard L. Thompson</strong>. São quase 1.000 páginas de evidências científicas catalogadas ao redor do mundo que PROVAM que a evolução não aconteceu exatamente como é contado nas escolas, faculdades, livros, revistas e documentários&#8230; O livro é uma pedrona no sapato dos evolucionistas. Inclusive, a partir dessa obra, foi criado um documentário, pela BBC, chamado &#8220;The Origins of Men&#8221;. Segundo os autores, &#8220;os arqueológos e antropólogos ocultaram tantas provas quanto desenterraram&#8221;. Abaixo, um texto que recebi há um tempo, sobre os &#8220;10 Maiores Problemas da Evolução&#8221;. Um estímulo para questionamentos e reflexões sobre (mais) um dos assuntos que nos empurram como &#8220;realidade inquestionável&#8221;. Desconheço a autoria.</p>
<p>+++</p>
<p><em>Como explicar isso?</em></p>
<p><strong>Fósseis</strong></p>
<p>Um registro fóssil que não demonstra continuidade ou descendência, nem tendências de qualquer tipo, com fósseis transicionais predominantemente ausentes. Não é possível por meio dos fósseis enxergar a evolução, do o que é possível ver é: súbito aparecimento de novas espécies ou tipos corporais, seguidos de longos períodos sem mudança, variação e extinção.</p>
<p><strong>Mecanismo</strong></p>
<p>A incapacidade de se formular um mecanismo viável e testável para a evolução, baseado puramente em fatores naturais. Esse mecanismo foi procurado por mais de um século e ainda não se chegou nem perto de encontrar. Na verdade, agora ele se parece muito mais obscuro do que em tempos anteriores, quando os evolucionista pensavam que sabiam como ele funcionava.</p>
<p><strong>Anomalias</strong></p>
<p>Freqüentemente, levando em conta o registro fóssil novamente, nos deparamos com coisas que simplesmente não deveriam estar ali se a evolução fosse correta. Evidências da existência de fósseis de plantas vasculares no pré-cambriano é simplesmente incompatível com a visão evolucionista. Michael A. Cremo (que, diga-se de passagem, não é criacionista) e seu colega Richard L. Thompson relataram em uma obra de 950 páginas intitulada &#8220;Forbidden Archeology&#8221; registro do homem moderno a até dez bilhões de anos atrás, o que é mais antigo do que qualquer fóssil hominídeo dito ancestral do Homo sapiens.</p>
<p><strong>C</strong><strong>omplexidade Irredutível e Teoria da Informação</strong></p>
<p>A teoria da evolução se mostrou incapaz de responder a essas duas grandes questões. A mutação e a seleção natural associadas se mostraram inúteis na tarefa de adicionar novas informações nos genomas dos organismos e a evolução gradual não pode construir os complexos sistemas bioquímicos presentes a nível celular em todos os organismos.</p>
<p><strong>Matemática</strong></p>
<p>Toda a teoria científica deve passar por um teste matemático. A evolução já teve vários, e falhou repetidas vezes.&#8221;Mathematical Chanllegens to the Neo-Darwinian Interpretation of Evolution, P. S. Morrhead, M. M. Kaplan&#8221;, &#8220;&#8216;Mathematics of Evolution&#8217;, Fred Hoyle&#8221;, &#8220;Not by Chance!, Lee Spetner&#8221;, &#8220;Darwin Was Wrong; A Study in Probabilities, I. L. Cohen&#8221;</p>
<p><strong>Os Limites</strong></p>
<p>A genética e a bioquímica das proteínas impõe fortes limites à evolução. Não se foi capaz ainda de se demonstrar que esses limites possam ser cruzados.</p>
<p><strong>Evolução Molecular</strong></p>
<p>Os evolucionistas se mostraram incapazes de formar filogenias coerentes dos organismos já que as baseada em genética, morfologia ou mesmo na seqüências de proteínas diferentes são contraditórias.</p>
<p><strong>Seleção Natural</strong></p>
<p>A seleção natural parece ser um processo conservador, que inibe grandes mudanças, e não um gerador de transformações como se supõe.</p>
<p><strong>Estabilidade</strong></p>
<p>Um fenômenos biológico bem estabelecido atualmente é o stasis. Mesmo os cientistas evolucionistas vêm admitindo que a estabilidade é a regra, e não a mudança contínua. As espécies se extinguem com a mesma forma com que fizeram sua primeira aparição, não existem tendências, nem modificações graduais. Isso é válido a nível molecular também. Ao se recuperar DNA de fósseis de milhões de anos e se comparar com os de espécimes vivos dessa mesma espécie não há mudança significativas.</p>
<p><strong>Estágios Incipientes e Cenários</strong></p>
<p>A teoria evolucionista repetidas vezes falha em dar histórias plausíveis para as mudanças. Primeiro, não consegue associar o meio com a mudança, a prova disso é que várias tentativas, como as secas do devoniano e entre os períodos mioceno e plioceno (usadas, respectivamente para explicar a saída dos peixes da água e o bipedalismo humano), se revelaram, após investigação aprofundada, falsas. Outro problema é arrumar funcionalidade para os imperfeitos estágios incipientes de estruturas funcionais. Nesse ponto os evolucionistas dão asas para as suas imaginações, mesmo assim não conseguem propor um esquema verificável ou ao menos coerente.</p>
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		<title>Quem é você?</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 10:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconscientecoletivo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Osho, falando sobre tudo o que acreditamos &#8220;ser&#8221;.
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QUEM É VOCÊ?
A mente é  passado, é memória, todas as experiências acumuladas, num certo sentido. Tudo o  que você já fez, tudo o que já pensou, tudo o que já desejou, tudo o que já  sonhou - tudo, seu passado inteiro, sua memória - mente é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Osho, falando sobre tudo o que acreditamos &#8220;ser&#8221;.</p>
<p>+++</p>
<p>QUEM É VOCÊ?</p>
<p>A mente é  passado, é memória, todas as experiências acumuladas, num certo sentido. Tudo o  que você já fez, tudo o que já pensou, tudo o que já desejou, tudo o que já  sonhou - tudo, seu passado inteiro, sua memória - mente é memória. E, a menos  que se livre da memória, você não conseguirá dominar a mente.</p>
<p>Como se  livrar da memória? Ela está sempre ali, seguindo você. Na verdade, você é a  memória, então como se livrar dela? Quem é você sem as suas lembranças? Quando  eu pergunto &#8220;Quem é você?&#8221;, você me diz seu nome - isso é uma lembrança. Seus  pais lhe deram um nome um tempo atrás. Eu pergunto &#8220;Quem é você?&#8221;  e você me  fala de sua família, do seu pai, da sua mãe - isso é uma lembrança. Eu pergunto  &#8220;Quem é você?&#8221; e você me conta o que estudou, seu nível de instrução, que fez  mestrado em Artes ou que tem doutorado ou que é engenheiro ou arquiteto. Isso é  uma lembrança.</p>
<p>Quando eu  pergunto &#8220;Quem é você?&#8221;, se você de fato olhar para dentro, só terá uma  resposta: &#8220;Não sei&#8221;. Tudo o que disser será apenas uma lembrança, não você de  verdade. A única resposta verdadeira, autêntica, só pode ser &#8220;Não sei&#8221;, pois  conhecer a si próprio é a última coisa que você faz. Eu posso dizer quem sou,  mas não digo. Você não pode dizer quem é, mas se apressa em dar a resposta.  Aqueles que sabem quem são guardam silêncio sobre isso. Pois, se toda a memória  for descartada e toda a linguagem for descartada, então quem eu sou não pode ser  dito. Eu posso olhar dentro de você, posso dar a você um gesto; posso ficar com  você, com todo o meu ser - essa é a minha resposta.</p>
<p>Mas a  resposta não pode ser expressa em palavras, pois tudo que é expresso em palavras  faz parte da memória, da mente, não da consciência.</p>
<p>Como se  livrar das lembranças? Observe-as, testemunhe-as. E lembre-se sempre: &#8220;Isso  aconteceu comigo, mas isso não sou eu.&#8221; É claro que você nasceu numa determinada  família, mas isso não é você; aconteceu com você, é um acontecimento externo a  você. Alguém lhe deu um nome; você o tem usado, mas ele não é você. É claro que  você tem uma forma, mas a forma não é você; ela é só a casa em que por acaso  você está. A forma é só o corpo em que por acaso você está. E o corpo lhe foi  dado por seus pais - é uma dádiva, mas não é você.</p>
<p>Observe e  tenha discernimento. Isso é o que no Oriente chamam de vivek, discernimento -  você usa o tempo todo a sua capacidade de discernir. Continue fazendo isso -  chegará um momento em que você terá eliminado tudo o que não é você. De repente,  nesse estado, você se olha pela primeira vez e encontra seu próprio ser.  Continue jogando fora todas as identidades que não são você - a família, o  corpo, a mente. Nesse vazio, quando tiver jogado fora tudo o que não for você,  de repente seu ser vem à tona. Pela primeira vez você encontra si mesmo, e esse  encontro passa a ser o domínio.</p>
<p><strong>Livro:  Consciência - A Chave para Viver em Equilíbrio - Osho.</strong></p>
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		<title>O Universo Holográfico</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 12:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconscientecoletivo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Física Quântica]]></category>

		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando na temática de que o que conhecemos e afirmamos ser a &#8220;realidade&#8221; nada mais é do que pura ilusão mental, um texto sobre o livro &#8220;O Universo Holográfico&#8221;, de Michael Talbot:

O HOLOGRAMA
O holograma  é uma invenção dos anos 60, e de forma geral é um mecanismo ótico que produz  imagens tridimensionais. Seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Continuando na temática de que o que conhecemos e afirmamos ser a &#8220;realidade&#8221; nada mais é do que pura ilusão mental, um texto sobre o livro &#8220;O Universo Holográfico&#8221;, de Michael Talbot:</p>
<p><a href="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/hologram-generator.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-89" src="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/hologram-generator.jpg?w=468&h=318" alt="" width="468" height="318" /></a><br />
<strong>O HOLOGRAMA</strong></p>
<p>O holograma  é uma invenção dos anos 60, e de forma geral é um mecanismo ótico que produz  imagens tridimensionais. Seu princípio foi descoberto em 1947, mas o modelo só  pôde ser construído após a invenção do laser. Para produzí-lo, divide-se um  único raio laser em dois feixes separados. O primeiro feixe é projetado no  objeto a ser fotografado. Então, faz-se com que o segundo feixe colida com a luz  refletida do primeiro. Quando isso acontece, eles produzem um padrão de  interferência que é registrado num filme. Iluminada pela luz natural, a imagem  do filme não se parece em nada com o objeto fotografado, mostrando um conjunto  de curvas concêntricas entremeadas, num desenho indecifrável. Mas, assim que um  outro feixe de raio laser ilumina o filme, uma imagem tridimensional do objeto  original reaparece em pleno espaço, podendo ser vista por cima, por baixo ou por  qualquer lado, mas não podendo ser tocada. Esta imagem holográfica apresenta  algumas características que estão deixando os cientistas intrigados e perplexos.</p>
<p>Suponhamos que o objeto fotografado seja uma maçã. Peguemos então o  filme holográfico e vamos dividí-lo ao meio, em dois pedaços. Projetemos  agora o laser sobre uma dessas metades. O que vemos projetado no espaço a três  dimensões ? Meia maçã ? Nenhuma maçã ? Não ! Se projetarmos o laser em  qualquer uma das metades, ainda assim obteremos a maçã inteira projetada no  espaço. E se continuarmos partindo a foto em milhares de pedaços e projetarmos o  laser sobre um minúsculo fragmento, ainda assim obteremos a maçã inteira  projetada a três dimensões. Uma imagem menos nítida, mas ainda assim a maçã  inteira.</p>
<p>Nesta foto mágica, cada parte contém a totalidade, cada uma das  partes da imagem interpenetra todas as outras.</p>
<p>O TODO NAS PARTES</p>
<p>Esta característica do holograma - a parte no todo e  o todo nas partes - tem assustado os cientistas e modificado algumas concepções  importantes sobre o Universo. Segundo o físico nuclear David Bohm, o Universo  inteiro funciona como um holograma, em que cada uma das partes interpenetra as  outras. Qualquer alteração se transmite ao Todo. Cada célula do nosso corpo  reflete o cosmo inteiro. Da mesma forma, todo passado e as implicações para todo  futuro também estão presentes em cada minúscula porção do espaço e do tempo.  Resumindo, a totalidade de tempo e espaço encontra-se presente em cada ponto de  tempo e de espaço. Impressionante !</p>
<p>Nós contemos o Universo inteiro no  nosso mundo, no nosso corpo, nas nossas células. É devido a este princípio que a  acupuntura permite alcançar todo corpo através de uma determinada parte do  mesmo, por exemplo, a orelha. O corpo inteiro está presente na orelha, como  mostra o diagrama do &#8220;Homenzinho na Orelha&#8221;. Os iridologistas, por sua vez,  vislumbram as condições de todo corpo pelos desenhos da íris; no &#8220;Do-in&#8221; pode-se  fazer o mesmo pelos pés, e os quiromantes lêem a vida física e temporal na  palma das mãos. São todos desdobramentos do mesmo princípio que rege o  holograma. Na verdade, cada parte do corpo o contém inteiro, numa perspectiva  espaço-temporal, da mesma forma que cada pequena entidade do Universo reflete o  padrão de sistemas infinitamente maiores, e da própria totalidade. Esta idéia  foi maravilhosamente expressa por William Blake no seu célebre verso em  &#8220;Auguries of Innocence&#8221;:</p>
<p>Enxergar o mundo num grão de areia<br />
E o céu  numa flor silvestre,<br />
Segurar o infinito na palma da sua mão,<br />
E a  eternidade em uma hora.</p>
<p>O CÉREBRO  HOLOGRÁFICO</p>
<p>O princípio holográfico, além de ser um modelo de  reflexo do Universo nas partes, tem sido usado para explicar como o cérebro  processa a informação. Neurologistas têm ficado cada vez mais surpresos com  pesquisas que demonstram que a memória se distribui por todo cérebro  indistintamente, e as lembranças não se localizam numa região específica, como  se pensava anteriormente. O Prêmio Nobel em neurofisiologia, Dr. Karl Pribam,  sugere que, como num holograma, as sensações que chegam até o cérebro são  gravadas em todas as suas partes. O processo de evocar uma determinada memória  equivale à reprodução de uma imagem holográfica. Segundo Pribram, o cérebro é um  holograma e reproduz um padrão holográfico.</p>
<p>Para provar que perceberam  estava errado, o biólogo da Universidade de Indiana, Paul Pietsch, idealizou uma  experiência um tanto quanto tétrica. Pietsch havia observado que podia remover o  cérebro de uma salamandra sem matá-la e, embora o animal permanecesse em  letargia sem o cérebro, seu comportamento voltava completamente ao normal assim  que este era recolocado. Pietsch tomou os hábitos alimentares da salamandra como  referência para suas experiências . Então, inverteu os hemisférios esquerdo e  direito do cérebro e, para seu espanto, assim que ela se recuperou rapidamente  voltou à alimentação normal. Pietsch tentou várias outras alternativas: virou o  cérebro de cabeça para baixo, cortou-o em fatias, embaralhou, e, chegou a picar  em pedacinhos os cérebros de suas infelizes cobaias. No entanto, sempre que  recolocava o que havia sobrado desses cérebros, ou parte deles, o comportamento  dos animais voltava ao normal.</p>
<p>Desnecessário dizer que Pietsch mudou de  idéia, passando a considerar a teoria de Pribram.</p>
<p>A MEMÓRIA  INFINITA</p>
<p>Entre várias características peculiares ao  holograma, vale a pena destacar uma outra, além da que relaciona o todo com as  partes. Esta segunda característica é o fato de que os hologramas têm uma  capacidade fantástica de armazenar informações, podendo gravar uma infinidade de  imagens sobre uma mesma chapa. Assim, quando modificamos o ângulo da chapa, uma  determinada imagem aparece e a outra que estava projetada desaparece. Esse  efeito se relaciona ao ângulo de incidência no qual os dois feixes de raio laser  atingiram o filme fotográfico ao gravar uma determinada imagem. Ela só se  projetará no espaço tridimensional quando for iluminada por um raio laser  projetado no mesmo ângulo em que a imagem foi gravada  originalmente. Assim,  é possível registrar muitas imagens diferentes sobre a mesma superfície, cada  uma com o seu respectivo &#8220;ângulo de reprodução&#8221;. Os pesquisadores calcularam que  um pequeno pedaço de filme poderia armazenar milhões de imagens, cada uma  podendo ser evocada através do seu ângulo original de gravação. Uma chapa assim  gravada mostra uma multiplicidade de imagens projetando-se seguidamente ao ser  girada diante do laser.</p>
<p>Esta segunda característica explica possíveis  mecanismos de recordação de fatos. Sendo o cérebro um holograma, quando nos  colocamos num determinado &#8220;ângulo de lembrança&#8221;, iremos evocar aquela recordação  em particular, ou seja, a nossa capacidade de lembrar é análoga ao ato de emitir  um feixe de raio laser em direção a um desses pedaços de filme evocando uma  imagem específica. Da mesma forma, quando somos incapazes de lembrar alguma  coisa, isto corresponde a emitir vários feixes a um pedaço de filme com  múltiplas imagens mas sem encontrar o ângulo certo para recuperar a &#8220;imagem&#8221; que  estamos procurando. Os pesquisadores dessa área estão convictos que a visão que  os moribundos têm na hora da morte, quando &#8220;vêem&#8221; a vida inteira numa fração de  segundo, equivale, no sistema holográfico cerebral, ao ato de girar rapidamente  uma chapa holográfica com milhões de imagens gravadas diante do laser.</p>
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		<title>Tao Te Ching</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/15/tao-te-ching/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 10:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconscientecoletivo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros &amp; Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[Religião]]></category>

		<category><![CDATA[lao-tsé]]></category>

		<category><![CDATA[tao]]></category>

		<category><![CDATA[taoísmo]]></category>

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		<description><![CDATA[Um poema de Lao-Tsé, retirado do livro &#8220;Tao Te Ching - O Livro que Revela Deus&#8221;, e sua respectiva interpretação filosófica, por Huberto Rohden.
+++
Poema 47
A sabedoria interna
Para conhecer o mundo
Não é necessário viajar pelo mundo.
Posso conhecer os segredos do mundo
Sem olhar pela janela do meu quarto.
Quanto mais longe alguém divaga,
Menor é seu saber.
O sábio atinge [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Um poema de Lao-Tsé, retirado do livro <strong>&#8220;Tao Te Ching - O Livro que Revela Deus&#8221;</strong>, e sua respectiva interpretação filosófica, por Huberto Rohden.</p>
<p>+++</p>
<p>Poema 47</p>
<p><strong>A sabedoria interna</strong></p>
<p>Para conhecer o mundo</p>
<p>Não é necessário viajar pelo mundo.</p>
<p>Posso conhecer os segredos do mundo</p>
<p>Sem olhar pela janela do meu quarto.</p>
<p>Quanto mais longe alguém divaga,</p>
<p>Menor é seu saber.</p>
<p>O sábio atinge a sabedoria</p>
<p>Sem erudição;</p>
<p>Alcança sua meta</p>
<p>Sem esforço;</p>
<p>Termina sua jornada</p>
<p>Sem viajar.</p>
<p><strong>Interpretação Filosófica</strong></p>
<p>Toda a fonte da sabedoria está no interior do homem. O mundo externo pode apenas servir de estímulo para despertar a realidade interna do homem: mas não é fonte e causa de sabedoria. O íntimo Ser do homem é infinitamente maior do que o externo ver, ouvir, sentir, ter. Por isso, deve o homem concentrar-se no seu interno ser - e conhecerá todos os mundos externos. Sem essa interiorização, pode o homem ver todas as coisas externas sem compreender nada - assim como um analfabeto pode folhear os maiores livros da humanidade sem entender nada.</p>
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		<item>
		<title>2012 - A profecia Maia</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/14/2012-a-profecia-maia/</link>
		<comments>http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/14/2012-a-profecia-maia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 10:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconscientecoletivo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Mitologia]]></category>

		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

		<category><![CDATA[Arqueologia]]></category>

		<category><![CDATA[calendário]]></category>

		<category><![CDATA[documentário]]></category>

		<category><![CDATA[maias]]></category>

		<category><![CDATA[profecia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Observatório Astronômico Maia, em Chichén-Itzá

No Youtube foi postado um excelente documentário do History Channel, à respeito da controversa profecia Maia, que diz que &#8220;o mundo acabará em 21 de dezembro de 2012&#8243; (em alguns documentários o dia é 22, em outros ainda, 23). Levando em conta que o calendário maia é muito mais preciso que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/chichen2pequeno.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-81" src="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/chichen2pequeno.jpg?w=243&h=180" alt="" width="243" height="180" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Observatório Astronômico Maia, em Chichén-Itzá</strong></p>
<p style="text-align:center;">
<p>No Youtube foi postado um excelente documentário do History Channel, à respeito da controversa profecia Maia, que diz que &#8220;o mundo acabará em 21 de dezembro de 2012&#8243; (em alguns documentários o dia é 22, em outros ainda, 23). Levando em conta que <strong>o calendário maia é muito mais preciso que o atual</strong> (sim, pasme, a diferença do nosso para o deles é de 4 segundos), e que <strong>os maias não erravam nem um mísero eclipse </strong>(até hoje os estudiosos quebram a cabeça para tentar descobrir como eles poderiam ter tanto conhecimento do Universo&#8230; conhecimento esse que se equipara ou até supera o nosso conhecimento astronômico atual!). Primeiro, antes de se apavorar com a profecia, é preciso entender como esse povo entendia o tempo. Para eles, o tempo era cíclico, ou seja, se dava em ciclos (como os da natureza, de nascimento, crescimento e morte), ao contrário da visão ocidental, que vê o tempo de maneira linear, como uma linha mesmo, que começou em algum ponto do passado e que segue em frente, indefinidamente. É preciso também lembrar da influência de uma figura  lendária, o deus Kukulcan (a &#8220;Serpente Emplumada&#8221;), que era um deus, digamos, muito estranho para ser maia. Eu digo estranho porque era um deus branco, de barbas e cabelos claros e olhos muito azuis. Possuia um crânio bem alongado, o que inspirou a prática, entre os maias, de tentar alongar o crânio das crianças, numa tentativa de imitação. Segundo as lendas e mitos maias, esse deus um belo dia apareceu (aparentemente vindo do oceano), e ensinou muitas coisas a esse povo. Mas voltando à profecia, de acordo com o que diz, já estamos vivendo o início deste &#8220;fim&#8221;. As interpretações são muitas, desde as mais catastróficas até as que dizem que o que realmente irá ocorrer são mudanças culturais, ideológicas e espirituais profundas. Quem viver, verá&#8230;</p>
<p>O documentário encontra-se dividido em 5 partes:</p>
<p>Parte 1:</p>
<p><code><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/14/2012-a-profecia-maia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/RrT1sdxOxbQ/2.jpg" alt="" /></a></span></code></p>
<p>Parte 2:</p>
<p><code><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/14/2012-a-profecia-maia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/NRDi4tCKmgQ/2.jpg" alt="" /></a></span></code></p>
<p>Parte3:</p>
<p><code><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/14/2012-a-profecia-maia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/Q2GYI5yawS8/2.jpg" alt="" /></a></span></code></p>
<p>Parte 4:</p>
<p><code><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/14/2012-a-profecia-maia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/VW_0riX2YCo/2.jpg" alt="" /></a></span></code></p>
<p>Parte 5:</p>
<p><code><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/14/2012-a-profecia-maia/"><img src="http://img.youtube.com/vi/udljAcqNeFg/2.jpg" alt="" /></a></span></code></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/inconscientecoletivo.wordpress.com/80/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconscientecoletivo.wordpress.com&blog=1838935&post=80&subd=inconscientecoletivo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O medo do compromisso</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/13/o-medo-de-compromisso/</link>
		<comments>http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/13/o-medo-de-compromisso/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 10:00:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconscientecoletivo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

		<category><![CDATA[Religião]]></category>

		<category><![CDATA[liberdade]]></category>

		<category><![CDATA[maturidade]]></category>

		<category><![CDATA[osho]]></category>

		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>

		<category><![CDATA[responsabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um excelente texto de Osho, à respeito de tomada de decisões, maturidade e relacionamentos. Traduzido por mim.
+++
Somente através de decisões que você se torna mais e mais consciente, somente através de decisões você se torna mais e mais cristalizado, somente através de decisões você se torna perspicaz. Caso contrário se tornará estúpido.
As pessoas vão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Um excelente texto de Osho, à respeito de tomada de decisões, maturidade e relacionamentos. Traduzido por mim.</p>
<p>+++</p>
<p>Somente através de decisões que você se torna mais e mais consciente, somente através de decisões você se torna mais e mais cristalizado, somente através de decisões você se torna perspicaz. Caso contrário se tornará estúpido.</p>
<p>As pessoas vão de um guru ao outro, de um mestre ao outro, de um templo a outro - não porque são grandes buscadores, mas porque são incapazes de decidir. Esta é a maneira deles de evitar o compromisso.</p>
<p>O mesmo acontece em outros relacionamentos humanos: um homem vai de uma mulher para outra, e continua trocando. As pessoas pensam que ele é um ótimo amante, mas ele está longe disso. Ele está evitando, ele está tentando evitar qualquer envolvimento profundo porque com o envolvimento profundo os problemas precisam ser encarados, e é preciso passar por muito sofrimento. Então a pessoa simplesmente prefere o seguro, faz com que essa seja uma área em que nunca irá muito profundamente com alguém. Se você se aprofunda demais pode não conseguir retornar tão facilmente. E se você for fundo com alguém, esse alguém também irá fundo com você, isso é sempre proporcional. Se eu for bem fundo em você a única maneira é permitir que você também se envolva com a mesma profundidade comigo. É um dar e receber, é um compartilhamento. Então um pode se envolver demais, e será difícil para escapar e o sofrimento pode ser grande.  Então as pessoas aprendem como se manter seguras: somente deixe a superfície ser encontrada - relacionamentos amorosos de &#8220;bater e correr&#8221;. Antes que seja pego, corra.</p>
<p>Isto é o que está acontecendo no mundo moderno. As pessoas se tornaram tão juvenis, tão infantis; estão perdendo toda a maturidade.</p>
<p><strong>A maturidade vem somente quando você está preparado para encarar a dor do seu ser; a maturidade vem somente quando você está preparado para aceitar o desafio. E não existe um desafio maior do que o amor.</strong></p>
<p>Viver feliz com outra pessoa é o maior desafio do mundo. É muito fácil viver serenamente sozinho, é muito difícil viver serenamente com outra pessoa, porque dois mundos se colidem, dois mundos se encontram&#8230; mundos totalmente diferentes. Como são atraídos um para o outro?  Porque são totalmente diferentes, praticamente opostos, pólos opostos.</p>
<p>É muito difícil ser sereno em um relacionamento, mas este é o desafio. Se você fugir disso, fugirá da maturidade. Se você entrar nisso com todo o sofrimento, e ainda assim continuar em frente, então aos poucos o sofrimento se torna uma bênção, a maldição se torna uma bênção.</p>
<p><strong>Aos poucos, através do conflito, do atrito, surge a cristalização. Através da luta você se torna mais alerta, mais consciente.</strong></p>
<p>O outro se torna um espelho para você.  Você consegue ver a sua feiúra no outro. O outro provoca o seu inconsciente, puxa-o para a superfície.</p>
<p><strong>Você terá que conhecer todas as áreas escondidas do seu ser, e a melhor maneira é sendo espelhado, refletido, em um relacionamento.</strong></p>
<p>Fácil, eu digo, porque não há outra maneira - porém isto é difícil. É difícil, árduo, porque você terá que mudar durante o processo.</p>
<p>Quando você vem a um Mestre um desafio ainda maior existe antes de você: você precisa decidir, e a decisão é pelo desconhecido, e a decisão precisa ser total e absoluta, irreversível. Não é uma brincadeira de criança; é um ponto sem retorno. Tanto conflito vem à tona. Mas não permaneça se modificando continuamente, porque esta é uma maneira de evitar a si mesmo. E você continuará fraco, continuará infantil. A maturidade não irá acontecer para você.</p>
<p>Somente o desconhecido deve ter interesse para você, porque isso é o que você ainda não viveu; você ainda não se movimentou neste território. Mova-se! Algo de novo pode acontecer ali.</p>
<p><strong>Sempre decida pelo desconhecido, independente do risco, e você crescerá continuamente.</strong></p>
<p>Mas permaneça decidindo pelo conhecido e você irá se mover num círculo com o seu passado, de novo e de novo. Você irá continuar a se repetir, você se tornará um disco arranhado.</p>
<p>E decida. O quão antes você o fizer, melhor. Adiamentos são simplesmente estúpidos. Amanhã você também terá que decidir, então porque não hoje? Você pensa que amanhã será mais sábio do que hoje? Você pensa que amanhã será mais vivído do que hoje? Você pensa que amanhã será mais jovem e com mais vigor do que hoje?</p>
<p>Amanhã você será mais velho, a sua coragem será menor; amanhã você será mais experiente, sua astúcia será maior; amanhã a morte estará mais perto; você começará a ficar mais hesitante e com medo. Nunca adie para o amanhã. E quem sabe? O amanhã pode vir ou não. Se você precisa decidir, tem que decidir neste exato instante.</p>
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		<item>
		<title>Lista essencial de obras de literatura gótica e de horror e mistério</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/12/lista-essencial-de-obras-de-literatura-gotica-e-de-horror-e-misterio/</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 11:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconscientecoletivo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livros &amp; Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[gótico]]></category>

		<category><![CDATA[horror]]></category>

		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[livros]]></category>

		<category><![CDATA[mistério]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é uma lista de livros que encontrei há muito tempo na internet (não lembro onde, quem souber me diga!), que diz ser uma lista essencial de livros góticos. Como já li alguns títulos e conheço os outros de ler sobre ou ouvir falar, resolvi colocá-la aqui para os que se interessam por esse tipo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Esta é uma lista de livros que encontrei há muito tempo na internet (não lembro onde, quem souber me diga!), que diz ser uma lista essencial de livros góticos. Como já li alguns títulos e conheço os outros de ler sobre ou ouvir falar, resolvi colocá-la aqui para os que se interessam por esse tipo de literatura!</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/16820571.jpg"> <img class="size-medium wp-image-72 aligncenter" src="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/16820571.jpg?w=180&h=180" alt="" width="180" height="180" /></a></p>
<p style="text-align:left;"><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--></p>
<p><strong>Drácula</strong> – Bram Stoker<br />
<strong>Frankeinstein</strong> – Mary Shelley<br />
<strong>O Médico e o Monstro</strong> – Robert Louis Stevenson<br />
<strong>O Monge</strong> – Mathew G. Lewis<br />
<strong>O Golem</strong> – Gustav Meyrink<br />
<strong>Alraune (A Mandrágora)</strong> – Hans Heinz Ewers<br />
<strong>Os Mistérios de Udolfo</strong> – Ann Radcliffe<br />
<strong>O Mistério de Edwin Drood</strong> – Charles Dickens<br />
<strong>Dybbuk</strong> – Shul Ansky<br />
<strong>O Grande deus Pan</strong> – Arthur Machen<br />
<strong>A Outra Volta do Parafuso</strong> – Henry James<br />
<strong>O Morro dos Ventos Uivantes</strong> – Emily Bronte<br />
<strong>O Retrato de Doryan Gray</strong> – Oscar Wilde<br />
<strong>A Letra Escarlate</strong> – Nathaniel Hawthorne<br />
<strong>Melmoth, o Viandante</strong> – Charles R. Maturin<br />
<strong>A Abadia de Northanger</strong> – Jane Austen<br />
<strong>O Vampiro</strong> - John Polidori<br />
<strong>Vathek e seus episódios</strong> – William Beckford<br />
<strong>O Fantasma da Ópera</strong> – Gaston Leroux<br />
<strong>O Castelo de Otranto</strong> – Horace Walpole<br />
<strong>Madame Putifar</strong> – Petrus Bórel<br />
<strong>Histórias Extraordinárias</strong> – Edgar Alan Poe<br />
<strong>O Manuscrito Encontrado em Saragoça</strong> – Yan Potocki<br />
<strong>O Lobisomen (The Were-Wolf)</strong> - Clemence Housman<br />
<strong>Ela</strong> – H. Rider Haggard<br />
<strong>A Noite na Taverna</strong> – Álvares de Azevedo<br />
<strong>Carmilla </strong>– Sheridan Le Fanu<br />
<strong>Fausto/Fausto Zero</strong> – Goethe<br />
<strong>Judas, o Obscuro</strong> – Thomas Hardy<br />
<strong>Zanoni, o Segredo dos Imortais</strong> – Edward Bulwer Lytton<br />
<strong>O Diabo Enamorado </strong>– Jaques Cazotte<br />
<strong>Weiland: A Transformação</strong> – Charles Brockden Brown<br />
<strong>Lilith (as duas versões)</strong> – George MacDonald<br />
<strong>A Confissão de Lúcio</strong> – Mário de Sá Carneiro<br />
<strong>O Coração das Trevas</strong> – Joseph Conrad<br />
<strong>Han d’Islândia</strong> – Victor Hugo<br />
<strong>A Pedra da Lua</strong> – Wilkie Collins<br />
<strong>As Desventuras Caleb Williams</strong> – Wiliam Godwin<br />
<strong>O Mefistófeles Moderno</strong> – Louisa May Alcott<br />
<strong>A Ilha do Dr. Moraeu</strong> – Hebert G. Wells<br />
<strong>A Tentação de Santo Antão</strong> – Gustav Flaubert<br />
<strong>A Casa Na Beira do Abismo</strong> - William Hope Hodgson</p>
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		<title>Siddharta Gautama - O Buddha</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/10/siddharta-gautama-o-buddha/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 10:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconscientecoletivo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Outros]]></category>

		<category><![CDATA[Religião]]></category>

		<category><![CDATA[buda]]></category>

		<category><![CDATA[budismo]]></category>

		<category><![CDATA[sidarta gautama]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Não acredite no que você ouviu;
Não acredite em tradições porque elas existem há muitas gerações;
Não acredite em algo porque é dito por muitos;
Não acredite meramente em afirmações escritas de sábios antigos;
Não acredite em conjecturas;
Não acredite em algo como verdade por força do hábito;
Não acredite meramente na autoridade de seus mestres e anciãos.
Somente após a observação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/buda_1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-64" src="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/buda_1.jpg?w=209&h=300" alt="" width="209" height="300" /></a></p>
<p><strong>&#8220;Não acredite no que você ouviu;<br />
Não acredite em tradições porque elas existem há muitas gerações;<br />
Não acredite em algo porque é dito por muitos;<br />
Não acredite meramente em afirmações escritas de sábios antigos;<br />
Não acredite em conjecturas;<br />
Não acredite em algo como verdade por força do hábito;<br />
Não acredite meramente na autoridade de seus mestres e anciãos.<br />
Somente após a observação e análise, e quando for de acordo com a razão<br />
e condutivo para o bem e benefício de todos, somente então aceite e viva para isso.&#8221; </strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong>Siddharta Gautama, o Buddha</strong> (aprox. 500 a.C.)</p>
<p>(&#8230;) E enquanto Sakyamuni (Siddharta) meditava sob uma     árvore, uma luz começa a brilhar no meio de sua testa. Mara, O Grande Mal, estremeceu:     ele sabia que seu poder para desvirtuar a humanidade estava ameaçado. Durante a noite,     muitas distrações surgiram, sede, luxúria, descontentamento e distrações de prazer. E     ao longo de Sua concentração meditativa, Ele foi tomado por visões de incontáveis     exércitos atacando-O com as mais terríveis armas. Mara enviara um exército de  	demônios     para destruí-lo.  Mas por causa de Sua meditação indestrutiva Ele pode converter     negatividade em harmonia e pureza, as flechas lançadas se transformaram em  	flores.     Algumas filhas de Mara apareceram, como belíssimas mulheres, para distraí-lo ou     seduzí-lo. Outros assumiram formas de animais ferozes. Mas seus rosnados, ameaças e     qualquer outra tentativa foram em vão para tirar Sakyamuni de sua meditação, e quando     estas outras visões e distrações surgiram, com a estabilidade de Sua meditação, Ele     permaneceu imóvel. Sentado em um estado de total absorção Ele alcança todos os graus     de realização incluindo total onisciência, adquirindo o conhecimento de todo o Seu     ciclo de mortes e renascimentos.</p>
<p>A terra tremeu e uma chuva caiu de um céu     totalmente sem nuvens em resposta à Sua suprema conquista. Com o amanhecer Ele se     levantou como Buda ou &#8220;O Iluminado&#8221;, numa noite de lua cheia, com a idade de 35     anos. A partir deste dia, esta árvore ficou conhecida como a árvore Boddhi, a árvore     da Iluminação. <strong>E, como ele estava sozinho, com ninguém para testemunhar este momento     glorioso, ele chama a própria terra como testemunha tocando o chão com a ponta dos dedos     da mão direita num gesto chamado de Bhumisparsa.</strong></p>
<p>Seus desejos e sofrimentos haviam terminado e como Buda Ele     experienciou o Nirvana, e assim disse: &#8220;Existe uma esfera onde não é terra, nem     água, nem fogo, nem ar&#8230; que não é nem este mundo e nem outro, nem sol e nem lua. Eu     nego que esteja vindo ou indo, que permanece e que seja morte ou nascimento. É     simplesmente o fim do sofrimento&#8221;. &#8220;</p>
<p><em>Siddhartha, significa: &#8220;aquele cujos objetivos são conquistados&#8221;.</em></p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/inconscientecoletivo.wordpress.com/63/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconscientecoletivo.wordpress.com&blog=1838935&post=63&subd=inconscientecoletivo&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Qual pílula você tomou?</title>
		<link>http://inconscientecoletivo.wordpress.com/2008/07/09/qual-pilula-voce-tomou/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 13:10:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconscientecoletivo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Mitologia]]></category>

		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

		<category><![CDATA[Psicologia Profunda]]></category>

		<category><![CDATA[Religião]]></category>

		<category><![CDATA[arquétipos]]></category>

		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

		<category><![CDATA[inconsciente coletivo]]></category>

		<category><![CDATA[matrix]]></category>

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		<description><![CDATA[
Matrix. Quase dez anos depois de sua estréia, esse filme continua a impressionar. Sei que existem gazilhões de resenhas e artigos sobre esse filme. Mas não adianta. Por mais que se fale de Matrix, nunca se fala o suficiente. Assisti novamente há poucos dias, num canal de tv a cabo. Dublado. Por mais que odeie [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/red_pill_or_blue_pill.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-59" src="http://inconscientecoletivo.files.wordpress.com/2008/07/red_pill_or_blue_pill.jpg?w=300&h=168" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<p>Matrix. Quase dez anos depois de sua estréia, esse filme continua a impressionar. Sei que existem gazilhões de resenhas e artigos sobre esse filme. Mas não adianta. Por mais que se fale de Matrix, nunca se fala o suficiente. Assisti novamente há poucos dias, num canal de tv a cabo. Dublado. Por mais que odeie dublagem, nem isso consegue estragar Matrix. Acredito que Joseph Campbell ficaria orgulhoso se tivesse tido a oportunidade de assistir a esse filme. Penso que os irmãos Wachowski realmente conseguiram (re)criar um mito moderno, utilizando a sabedoria antiga e os arquétipos tão cristalizados em nosso inconsciente coletivo. Lembro que na época que estreou, pelo menos aqui no Brasil, foram poucos os que realmente compreenderam o filme logo de cara (e, não duvido que tenha gente que ainda não compreende). Não é de se espantar. O filme é capaz de revelar mensagens e provocar insights profundos mesmo depois de assistido 20 vezes. Os outros dois filmes da trilogia não conseguiram chegar nem aos pés do primeiro. Se duvida do que estou dizendo, experimente assistí-lo novamente. E leia o texto abaixo. É o melhor texto que já li sobre o filme. Se já conhecia essa interpretação, experimente lê-la novamente. É sempre surpreendente.</p>
<p>+++</p>
<p><!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;                                                                                                                                            &lt;![endif]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span><strong>Tradução Mística do filme Matrix</strong></span></p>
<p>Matrix</p>
<p>Esse filme é o que se pode chamar de uma revelação, no sentido de re-velar, ou seja velar de novo, apresentando antigos ensinamentos numa linguagem nova, utilizando para isso, com uma certa mistificação, o elemento tecnológico do mundo moderno, a Internet.</p>
<p>Dessa forma, através de uma nova contextualização, o filme resgata para nossa civilização, de uma forma alegorizada, verdades universais contidas no Tao Te King; Bhagavad-Gita, em todos os Vedas, enfim, verdades que de outro modo se perderão, se não encontrarmos uma linguagem que nos permita comunica-las às novas gerações.</p>
<p>Nele fica nítido que um dos arquétipos do herói mitológico, muito utilizado na época do Jesus bíblico, geralmente associado a determinados imperadores, heróis, ou semideuses, permeia toda a trama, no caso em questão, o arquétipo utilizado é o do messias, ou ungido, que podemos resumir da seguinte forma: Um redentor esperado, de nascimento virginal, a traição por parte de um de seus companheiros, a luta contra as forças do mal, a morte e a ressurreição, e finalmente a ascensão aos céus.</p>
<p>O filme, analisado hoje, começa com Trinity, a iniciadora em conexão com o mundo real através de uma linha telefônica, no Heart O&#8217; The City Hotel. Essa linha do ponto de vista simbólico, eqüivale a vibração do Anahata, ou Chacra Cardíaco, que permite-nos, uma vez ativado, sintonizar nossa consciência com nosso átomo primordial. No atual estado evolutivo da humanidade, esse chacra só pode ser dinamizada pelo elemento feminino.</p>
<p>O número que vemos em exposição na tela do console manipulado pelo personagem Trinity, é 506, equivale ao Arcano 11, (5+0+6= 11), ou seja a lâmina da força. Nesta lâmina do Tarô, vemos uma mulher abrindo com as mãos nuas, a boca de um leão. No filme, Trinity representa a Shakti, a força que penetrando no Chacra Cardíaco do iniciado, promove a consciência.</p>
<p>O ser que está na Senda Iniciática, representado pelo personagem principal, utiliza um pseudônimo, o equivalente ao nome secreto empregado em algumas escolas. Neo, lido anagramaticamente, eqüivale a Noé, One (um), ou Eon, que em grego significa ciclo, era ou período, simbolizando a ligação desse personagem com um novo começo, algo novo, uma nova era.</p>
<p>Ele, Neo, recebe a primeira instrução de sua iniciadora, Trinity, que lhe diz como se estalasse os dedos, &#8220;Acorde, Neo&#8221;, da mesma maneira que os iniciadores repetem isso aos discípulos, durante toda a sua jornada na Senda.</p>
<p>O personagem principal do filme, como todos os outros que se iluminaram antes dele, procurava a resposta para nas palavras de Trinity, &#8220;A pergunta que nos impulsiona&#8221;.</p>
<p>Quando finalmente trava contato, com Morfeu, seu Mestre, este diz a Neo, que &#8220;há duas formas de sair daí, uma é pelo andaime, outra é levado por eles&#8221;, ou seja uma vez que o indivíduo, desperta para as Leis ocultas que determinam os acontecimentos nos planos da manifestação, elevando sua consciência a um nível superior as pessoas comuns, só há duas maneiras dele continuar seu desenvolvimento, uma é subindo, outra é capturado pelas forças, que representam os processos personalísticos que nos controlam.</p>
<p>Neo hesita, devido a seu medo e desconfiança, gerados pelo sentimento de auto-preservação e acaba capturado pelos elementos personalísticos.</p>
<p>Mas tarde, vemos Neo, de volta a sua vida comum, supostamente liberto, sendo levado ao encontro de Morfeu, para sua iniciação. Porém, antes dele entrar no vestíbulo onde o Mestre o espera, Trinity a iniciada que o guia, como uma Ariadne que guiou Teseu no labirinto de Creta, lhe dá um conselho semelhante ao que é dado a todo discípulo em prova; &#8220;Seja sincero. Ele sabe mais do que você imagina.&#8221;. Só então, ela lhe abre a porta da sala onde o Mestre lhe espera.</p>
<p>Durante o diálogo que se segue, Morfeu observa que ele, Neo, é; &#8220;Um homem que aceita o que vê&#8221;. Entendemos melhor essa afirmação quando consideramos que o nome &#8220;real&#8221; do personagem Neo no filme, é Thomas A. Anderson, Thomas é equivalente a Tomás ou Tomé, demonstrando o relacionamento do personagem a São Tomé, o apóstolo que precisava ver para crer. Vale notar, que o sistema iniciático adotado por Morfeu, relaciona-se, na sua forma extremamente simples e objetiva, a iniciação mental, praticada nas escolas em sintonia com o atual estado de consciência da humanidade, focado mental concreto, e que portanto não trabalham mais com o sistema de iniciação astral, ou fenômenico, utilizada em escolas mais primitivas.</p>
<p>Morfeu, ensina sobre A Matrix - (Ma = m = Maya, que significa ilusão em sânscrito e Trix = Tri = Três). Matrix, tem o mesmo significado das tradicionais Três Mayas, Três Véus, ou Três Ilusões, a ilusão física, a ilusão psíquica e a ilusão espiritual, que segundo o hinduismo ocultam a realidade.</p>
<p>Ele, o Mestre, apresenta seus ensinamentos na forma de questões do tipo &#8220;Você deseja saber o que ela é ?&#8221;, ao receber resposta afirmativa de Neo, continua <strong>&#8220;A Matrix, está em todo lugar. A nossa volta. Mesmo agora, nesta sala. Você pode vê-la quando olha pela janela, ou quando liga sua televisão. Você a sente quando vai para o trabalho, quando vai a igreja, quando paga seus impostos. É o mundo colocado diante dos seus olhos para que não veja a verdade&#8221;.</strong></p>
<p>Ao questionamento seguinte do discípulo (Neo), sobre o que é a verdade, ele continua implacavelmente, dizendo que a verdade é &#8220;Que <strong>você é um escravo. Como todo mundo, você nasceu num cativeiro, nasceu numa prisão que não consegue sentir ou tocar. Uma prisão para sua mente. Infelizmente é impossível dizer o que é a Matrix (ou a Maya). Você tem de ver por si mesmo.&#8221;</strong>, nesse momento então ele oferece a Neo, uma pílula azul, para conservar o sonho, a Maya, e outra vermelha para mudar sua percepção da realidade. A cor da primeira pílula, o azul é associada ao conservadorismo,no mesmo sentido do sangue real, ou azul das antigas monarquias européias. A cor da segunda é vermelha, relacionado as transformação revolucionárias violentas, associado a mudanças radicais. Morfeu, o Mestre, tem a chave que abre as portas para o real, mas Neo, o discípulo, tem que fazer a escolha.</p>
<p>Durante a iniciação ele morrerá para um mundo de sonhos e nascerá para o mundo real, despertando plenamente para a verdadeira natureza, do mundo físico, do mundo psíquico e do mundo espiritual, compreendendo dessa forma a tríplice natureza unitária da realidade. Para entendermos melhor o que ocorre com Neo a partir daí, é importante considerarmos o que é dito no Bhagvad-gita, por Sri Krisna, quando se dirige a seu discípulo Arjuna e lhe diz &#8220;Ó Arjuna, o Senhor Supremo está situado no coração de todo mundo, e dirige as divagação (os sonhos) de todas as entidades vivas, que estão sentadas como numa máquina, feita de energia material&#8221;. (Bhagavad-Gita - Como Ele É, texto 61, capítulo 18, pág. 706. - A.C. B. Swami Prabhupada).</p>
<p>No filme, já no mundo real, a bordo do Nabucondonossor, observamos a analogia da lei que afirma que são necessários sete discípulos, para formar um Mestre, temos os personagens; Trinity, Apoc, Switch, Dozer, Tank, Mouse e Cypher, como os sete discípulos, tendo como representante da consciência do Mestre, a figura do líder Morfeu, ou Morpheus (Personagem mitológico, deus do sono grego).</p>
<p>Na nave, ou arca, chamada no filme de Nabucondonosor, percebemos referência o ano 2069 (2+0+6+9 = 17), correspondente ao Arcano 17, a Estrela, símbolo relacionado a egrégora da Obra, em que estão empenhados esses divinos rebeldes. Avançando um pouco mais, vemos que na segunda parte da iniciação de Neo, Morfeu lhe informa que no começo do século 21, número que no Tarô iniciático de JHS, corresponde a lâmina do Louco, os homens criaram a I.A. (Inteligência Artificial), um tipo de consciência singular, que gerou uma raça inteira de máquinas, ou de seres mecanizados. Bem semelhante ao que acontece em nossos dias, onde os seres humanos vão sendo &#8220;robotizados&#8221;, num processo de massificação que antigamente era chamado costume, mas que na atualidade tem o nome de moda. Tornando-se cada vez mais inconscientes, num mundo dominado por padrões de comportamento.</p>
<p>Segundo Morfeu, encantados com sua própria grandeza, os homens celebravam sua realização, porém na guerra que adveio após tal sucesso, eles queimarão o céu, ou seja, fecharão as portas para as energias solares, positivas, transformando o mundo num deserto tecnológico de trevas, sem Deus, onde os seres mecânicos se tornaram os senhores. Da era de ouro porém, só restou Sião, &#8220;a última cidade humana&#8221;, Sião ou Sinai, é na tradição israelita o Monte sagrado onde Moisés teria recebido as Tábuas da Lei do próprio Deus.</p>
<p>Segundo o personagem Tank, Sião fica localizada nas entranhas da Terra, próximo ao seu núcleo incandescente, o Sol Central do planeta. Relacionando-se claramente assim, aos mistérios dos Mundos Subterrâneos, especificamente a cidade subterrânea de Shamballa (Sião = S = Shangrilla, Shamballa das tradições transhimalaianas). Shamballa, é um núcleo de integração de consciências espirituais elevadíssimas, que vibra no interior da terra, representado alegoricamente como uma cidade. Dessa forma, Sião representaria o lugar onde realmente somos o que somos e do qual fomos enviados a face da terra, onde conforme diz o personagem Tank, será festejado o fim da guerra maniqueísta entre os filhos da Luz e os filhos das trevas, representados pelos homens e pelas máquinas.</p>
<p>Só o líder, ou o Mestre, de cada nave, ou Arca, recebe as senhas, ou as chaves, para penetrar em Sião, assim Morfeu, é também um pontífice (Pontifex = construtor de ponte), construindo a ponte entre o mundo ilusório e o mundo real, entre Matrix e Sião.</p>
<p>Já na terceira fase do processo iniciático (treinamento) que Morfeu submete seu discípulo, ele declara a Neo, &#8220;Quero libertar sua mente, Neo. Mas só posso te mostrar a porta. Você tem de atravessa-la&#8221;.</p>
<p>Apesar do personagem de Morfeu declarar no filme, que os seres humanos não estão prontos para &#8220;acordar&#8221;, isso não faz das pessoas adormecidas inimigas. Suas palavras contundentes, expõem o que é dito nos Vedas, quando o<strong>s sábios afirmam que todos; pais, mães, irmãos, avôs, avós, amigos, namorados, cônjuges, etc. são &#8220;soldados ilusórios&#8221;, que promovem nosso apego a Maya, pois enquanto adormecidos, os seres humanos fazem parte do &#8220;sistema ilusório&#8221;, portanto possuem em sua estrutura processos personalísticos que eles mesmos desconhecem, mas que tomam conta de sua consciência em algumas ocasiões, para defender seus preconceitos e manter sua existência ilusória.</strong><br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></p>
<p><span style="font-size:10pt;">Esses processos personalísticos que nos prendem a ilusão, são representados no filme pelos agentes da Matrix,<br />
programas sencientes que entram e saem em qualquer software conectado ao sistema deles. Fazendo eco as palavras dos sábios nos Vedas, Morfeu diz, que &#8220;Qualquer um ainda não libertado, é um agente em potencial da Matrix. Eles são todos e não são ninguém&#8221;. Os processos personalísticos, relacionam-se aos sete pecados capitais, &#8220;&#8230; eles são os porteiros, protegem todas as portas e tem todas as chaves.&#8221;. <strong>Às vezes, os seres humanos são vencidos por esses agentes da Matrix, alguns até pactuam com eles, como é o caso de Cypher. Ele é aquele viu a verdade, despertou para a realidade mais prefere a ilusão e a mentira. Ele, Cypher, diz ter percebido após nove anos (número equivalente aos degraus da escada de Jacó, que simbolicamente leva o homem do mundo terreno ao mundo espiritual), que &#8220;A ignorância é maravilhosa&#8221;. Dessa forma, pensam os magos negros, aqueles que fazem opção por Avidya, pela ignorância, que voltam as costas à Luz e mergulham<br />
voluntariamente na escuridão.</strong></span></p>
<p><strong>Os que assim procedem, sempre acusam aos que lhes mostraram o caminho, de fraquezas e incapacidade, que eles mesmos possuem. Corroídos pelo ódio, pela luxúria e pela inveja, afirmam terem sido enganados, por seus Mestres, que quando fazem realmente jus a esse nome, tentaram sempre, guia-los na Boa Senda. Cypher, representa o traidor, que trai a sua própria natureza humana, ao submeter-se ao domínio das máquinas. Ele oferece a si mesmo, como pasto para as forças negativas que passa a servir, em troca de prazeres ilusórios. Age assim no intuito de satisfazer seus impulsos baixos, suas Nidhanas.</strong></p>
<p>O iniciado, seguidor dos Mestres da Grande Fraternidade Branca, até que se torne verdadeiramente um Adepto, enquanto estiver encarnado, sentirá os apelos de seus veículos inferiores. Isso ocorre porque nesse estado, ainda possui elementos básicos em sua composição ainda por equilibrar e que por isso mesmo exigem satisfação. Apesar disso ele não os nega, mas os transmuta, canalizando-os para realizações reais que o libertem cada vez mais da ilusão da Maya, tornando-os elementos impulsionadores de sua evolução. Num determinado ponto do filme, inclusive, um dos membros da tripulação Mouse, fala com Neo sobre isso, dizendo-lhe, que <strong>&#8220;Negar os nossos impulsos é negar aquilo que faz de nós humanos&#8221;. Ciente disso, o verdadeiro iniciado é extremamente consciente de seus impulsos, não os recalcando hipocritamente para as regiões do subconsciente, onde irão se acumulando, como esqueletos no armário, de onde continuarão a atuar sem nenhum controle, disciplina ou educação, até invadirem como uma enchente de um rio bravio, a consciência, dominando-a e arrastando-a as maiores perversões. </strong>Por isso o verdadeiro iniciado, sabe que deve vigiar seus sentidos, para através de um sistema iniciático sério, de uma disciplina superior, não recalcar, mas trabalhar, transformar suas Nidhanas, ou tendências negativas, em Skandhas, ou características positivas.</p>
<p>Num determindado nível dessa etapa da iniciação de Neo, Morfeu o conduz até o Oráculo. Vemos que a entrada do elevador é guardada por um cego, que vê. Ele, o cego, que responde ao sinal que Morfeu lhe faz com a cabeça, representa os iniciados, guardiões da Luz, cegos para o mundo ilusório, mas iluminado para a realidade. Já dentro do elevador o Mestre diz então a Neo, para tentar &#8220;Não pensar em termos de certo e errado.&#8221;, pois para os que chegam ao Oráculo, certo e errado, bem e mal, feio e bonito, todos os pares de opostos se anulam. Às portas do Oráculo, Morfeu, o Mestre diz ao seu discípulo, <strong>&#8220;Só posso te mostrar a porta. Você tem de atravessá-la&#8221;</strong>, indicando assim que cada passo do discípulo em prova é dado por sua própria conta, pois na Senda da Iluminação ninguém caminhará, ou tomará as decisões por ele.</p>
<p>Porém, quando Neo coloca a mão na maçaneta da porta, esta lhe é aberta, mais uma vez por uma sacerdotisa. Essa atuação constante do elemento feminino, demonstra a necessidade da interação dinâmica de ambas as polaridades humanas, de acordo com certas regras esotéricas..</p>
<p>Assim macho e fêmea, interagem ciclicamente no processo iniciático de crescimento espiritual, através do entrelaçamento das forças de Fohat e Kundalini. Ao integrarem-se dessa forma, ambas as energias dão origem ao Andrógino Divino, um ser verdadeiramente equilibrado, mas que conserva as características do corpo que ocupa, se masculino, vive e relaciona-se como homem, se feminino, vive e relaciona-se como mulher, podendo em alguns casos fazer opção pelo Brahmacharya, ou voto de castidade. O resultado da integração dinâmica das polaridades cósmicas, é totalmente diferente das expressões caóticas homossexuais ou bissexuais, dois tipos que representam seres decaídos, em oposição ao Andrógino Divino, que é a perfeição evolutiva humana. Já dentro da sala do Oráculo, Neo encontra várias crianças, especialmente um menino, uma espécie de pequeno monge, do qual aprende alguns mistérios, sobre esse mundo ilusório, num episódio que lembra bem aquela passagem bíblica, onde o Cristo bíblico, ensina que aquele que não se tornar como estas crianças, não entrará no reino dos céus. Dentro do Oráculo, uma cozinha, onde a Pitonisa, ou profetisa (novamente uma mulher), manipulando um forno moderno, quebra as expectativas do discípulo. A cozinha nos faz lembrar o laboratório dos alquimistas e o forno o Athanor, ou forno utilizado pelos alquimistas, Adeptos da Arte Real.</p>
<p>Num determinado ponto de sua conversa ela, a Pitonisa, cita-lhe o celebre axioma socrático, &#8220;Conhece-te a ti mesmo&#8221;, que via-se as portas do oráculo de Delfos, o qual essa etapa do filme representa. Só que as portas do Oráculo de Delfos, as palavras citadas no filme, estavam escritas em grego e de forma mais integral exortavam, <strong>&#8220;Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses.&#8221;.</strong></p>
<p>A mulher que representa a Pitonisa do Oráculo, lhe afirma de forma metafórica, que &#8220;Ser o escolhido é como estar apaixonado. Ninguém pode te dizer se você está. Você simplesmente sabe. Não tem dúvida, nenhuma&#8221;. Assim ao lhe falar sobre o escolhido, ela descreve o processo de iluminação avatárica, pois este não é uma coisa que se busca e que se consegue, ou que fica-se esperando, ele simplesmente é, como algo que simplesmente acontece, e nesse ponto do filme, Neo, não é o escolhido. A Pitonisa, afirma que ele tem o dom, isso diríamos nós todos temos, mas ele parece que &#8220;está esperando por algo&#8221;. Quando Neo lhe indaga, a respeito do que poderia estar esperando ela lhe responde &#8221; Sua próxima vida talvez&#8221;. Dessa forma, Neo age como a maioria das pessoas, que iniciam-se na Senda, e que protela para a próxima vida a iluminação, esperando, pensando que; Afinal ela não é para agora, quem sabe mais tarde&#8230;</p>
<p>Ao sair do Oráculo, Neo, encontra-se com Morfeu e este lhe adverte, &#8220;Que o que foi dito era para você e apenas para você&#8221;, assim é com tudo que é comunicado nas verdadeiras iniciações Assúricas, com aquilo que é falado do iniciador para o iniciando, de boca-para-ouvido, de maneira sutil e discreta, quase que imperceptivelmente.</p>
<p>Quando porém, os agentes de Matrix capturam Morfeu, um representante dos processos internos personalísticos, intelectualiza a existência humana e de forma convincente, compara o seu desenvolvimento humano sobre a terra, que na maioria das vezes, foi totalmente controlado pela personalidade caótica, ou seja por esses mesmos processos internos, ao o de um vírus. <strong>Dessa maneira, o agente se coloca como a cura para o mal, que segundo ele é representado pela maior de todas as criações de Deus na Terra, o Ser Humano, ignorando em seu discurso, o desenvolvimento do Espirito Humano, capaz dos maiores gestos de sacrifício, altruísmo e fraternidade, única esperança para o planeta. Esse Espirito Humano, quando plenamente desenvolvido, subjuga a natureza animal e mecânica e converte o Homem, na expressão de Deus na face da Terra. Esse espírito humano, quer o chamemos, Deus, Bramam, Ala, Jeová, Tao, opõe-se aos processos mecânicos, instintivos e animalescos, que controlam os seres ainda inconscientes, atuando de forma a libertar a Centelha Divina, promovendo o nascimento do Avatar, ou como é expresso no filme do Escolhido.</strong> Vemos isso, quando Neo toma a decisão de sacrificar-se, dando-se em holocausto pelo seu amigo e Mestre Morfeu.</p>
<p>Apesar de conhecermos intelectualmente o exposto acima, as esclarecedoras palavras de Morfeu, após ser resgatado devem ser consideradas; &#8220;Cedo ou tarde, você vai perceber, como eu, que<strong> há uma diferença entre conhecer o caminho e percorrer o caminho</strong>&#8220;.</p>
<p>Num determinado ponto do fim do filme a personagem Trinity, reproduz um dos mais antigos mitos da humanidade, ao trazer Neo de volta a vida, fazendo com que ele obtenha sucesso na última e derradeira iniciação conhecida por nós como Morte.</p>
<p><strong>Quase no final do filme, vemos através das palavras do personagem principal, que o Avatar não significa um fim, mas um começo, de algo novo, ilimitado, sem fronteiras, um novo ciclo, livre de Maya, sem ilusão, onde tudo é possível ao ser desperto. Ele dirigi-se a Matrix, a estrutura geradora da ilusão, declarando-se decidido a &#8220;&#8230;mostrar a essas pessoas o que [Matrix] não quer que elas vejam. Vou mostrar a elas um mundo sem você. Um mundo sem regras, sem controles. Um mundo onde tudo é possível.&#8221;</strong>.</p>
<p>Sua última frase, dirigida a Matrix, a Maya, a Ilusão, ou melhor dizendo, dirigindo-se aquilo que torna possível esse processo de auto-hipnose, nossa personalidade, pode ser considerada como dirigida a cada um de nós. Ele fala calmamente sobre a decisão que deixa a cada um dos espectadores,<strong> &#8220;Para onde vamos daqui, é uma escolha que deixo para você.&#8221;.</strong></p>
<p>O filme termina, com Neo saindo do chão e voando, reproduzindo o arquétipo da ascensão, ou da subida aos céus, que simboliza a realização plena do iniciado, já tornado um verdadeiro Adepto, fazendo parte agora de outro processo evolutivo, relativo ao desenvolvimento dos deuses.</p>
<p>&#8220;<strong>Lembre-se: Tudo que ofereço é a verdade. Nada Mais</strong>.&#8221; Morfeu</p>
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		<title>O que você quer? - O ego e o Desejo</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jun 2008 22:37:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Osho:
Querido Osho,
O que eu quero?
“Krishna, ninguém sabe exatamente o que quer porque ninguém está consciente nem mesmo de quem é. A questão do querer é secundária, a questão básica é: quem é você? A partir disso, as coisas poderão ser resolvidas – quais são seus desejos, suas vontades, suas ambições.
Se você é um ego, então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Osho:</p>
<p>Querido Osho,<br />
O que eu quero?<br />
“Krishna, ninguém sabe exatamente o que quer porque ninguém está consciente nem mesmo de quem é. A questão do querer é secundária, a questão básica é: quem é você? A partir disso, as coisas poderão ser resolvidas – quais são seus desejos, suas vontades, suas ambições.<br />
Se você é um ego, então naturalmente você quer dinheiro, poder, prestígio, quer lutar com outras pessoas, você será competitivo – ambição significa competição. Você estará continuamente pisando na garganta dos outros e eles estarão continuamente pisando na sua. Então a vida se torna aquilo que Charles Darwin disse: a sobrevivência dos mais aptos. Na verdade o uso que ele faz da expressão “os mais aptos” não é correto. Na verdade, o que ele chama de mais apto, é o mais esperto, o mais animalesco, o mais inflexível, o mais estúpido, o mais feio. <strong>Charles Darwin não diria que Buddha é o mais apto, ou Jesus, ou Sócrates. Essas pessoas seriam mortas facilmente e aqueles que os tivessem matado iriam sobreviver. Jesus não conseguiria sobreviver. Certamente, de acordo com Darwin, Jesus não é a pessoa mais apta. Poncios Pilatos é muito mais apto, está mais no caminho certo. Sócrates não era o mais apto, mas as pessoas que o envenenaram, que o condenaram à morte, eram. O uso que ele faz da expressão ‘o mais apto’ é muito infeliz.</strong><br />
Se você está vivendo no ego, Krishna, então a sua vida será uma luta; ela será violenta e agressiva. Você criará miséria para os outros e para si mesmo, porque a vida de conflito não consegue ser nada além disso. Assim, tudo depende de você, de quem você é. Se você está no ego, ainda pensando em si em termos de ego, então você terá uma certa qualidade fétida. Mas, se você chegou a compreender que você não é o ego, então a sua vida terá uma fragrância. Se você não conhece a si mesmo, você está vivendo na inconsciência, e uma vida de inconsciência só pode ser uma vida de equívocos. Você pode ouvir Buda, você pode me ouvir, você pode ouvir Jesus, mas você interpretará de acordo com a sua própria inconsciência – você interpretará mal.<br />
<strong>O cristianismo é a má interpretação de Jesus, assim como o budismo é a má interpretação de Buda, assim como o jainismo é a má interpretação de Mahavira. Todas essas religiões são interpretações errôneas, distorções, porque as pessoas que seguem Buda, Mahavira, Krishna, são pessoas comuns sem consciência. O que elas fazem é preservar os escritos e matar o espírito.</strong><br />
Um filósofo estava caminhando ao redor de um parque e notou um homem sentado em posição de lótus, com os olhos abertos olhando para o chão. O filósofo viu que o homem estava totalmente absorvido em seu olhar fixo ao chão. Depois de observá-lo por um longo tempo, o filósofo não mais resistiu e foi até o estranho camarada perguntando, ‘O que você está procurando? O que está fazendo?’<br />
O homem respondeu sem deslocar o seu olhar fixo, ‘Eu estou seguindo a tradição Zen de sentar silenciosamente, nada fazer e então a primavera vem e a grama cresce por si mesma. Eu estou observando a grama crescer, mas ela ainda não cresceu coisa alguma.’<br />
Não é preciso observar a grama crescer – mas isso é o que sempre acontece. Jesus diz uma coisa e as pessoas escutam, mas elas escutam apenas as palavras e dão àquelas palavras os seus significados.<br />
Uma mãe levou seu filhinho ao psiquiatra e por mais de três horas ela lhe contou toda a história de seu filho. O psiquiatra estava ficando cansado, cheio, mas a mulher estava tão absorvida na sua fala que nem mesmo lhe deu oportunidade de impedi-la. Uma frase seguia a outra sem qualquer intervalo.<br />
Finalmente o psiquiatra teve que dizer,’Por favor, pare agora! Deixe-me perguntar algo ao seu filho!’<br />
E ele perguntou ao filho, ‘Sua mãe está reclamando que você não ouve o que ela lhe diz. Você tem alguma dificuldade de audição?’<br />
O filho disse, ‘Não. Eu não tenho dificuldade de audição – os meus ouvidos estão perfeitamente bem – mas no que se refere a escutar, você pode julgar por si mesmo. Você consegue escutar a minha mãe? Ouvir eu posso: eu tenho que ouvir. Eu estava observando-o – você estava incomodado. Não há como não ouvir, mas escutar – pelo menos eu sou livre para escutar ou não. Se eu escuto ou não, é uma questão minha. Se ela grita comigo, ouvir é natural, mas escutar é uma questão totalmente diferente.’<br />
Você ouviu, mas você não escutou, e todo tipo de distorção se juntou ao redor. As pessoas seguem repetindo aquelas palavras sem qualquer idéia do que elas estão repetindo.<br />
Você me pergunta, Krishna, ‘O que eu quero?’ Eu é que devo lhe perguntar, ao invés de você me perguntar, porque depende de onde você está. <strong>Se você estiver identificado com o corpo, então o seu querer será diferente; então comida e sexo serão suas únicas vontades, seus únicos desejos. Esses são dois desejos animais, os mais baixos. Eu não os estou condenando ao chamá-los de mais baixos, eu não os estou avaliando. Lembre-se, eu estou apenas afirmando um fato: o mais baixo degrau da escada. Mas se você estiver identificado com a mente, os seus desejos serão diferentes: música, dança, poesia, e depois existem mil coisas.</strong><br />
O corpo é muito limitado; ele tem uma polaridade simples: comida e sexo. Ele se move como um pêndulo entre esses dois, comida e sexo, nada mais existe para ele. Mas se você está identificado com a mente, então ela tem muitas dimensões. Você pode estar interessado em filosofia, em ciência, em religião – você pode estar interessado em muitas coisas que consegue imaginar.<br />
Se você estiver identificado com o coração, então os seus desejos serão de uma natureza ainda mais elevada, mais do que a mente. Você se tornará mais estético, mais sensitivo, mais alerta, mais amoroso.<br />
A mente é agressiva, o coração é receptivo.<br />
A mente é masculina, o coração é feminino.<br />
A mente é lógica, o coração é amor.<br />
<strong>Assim, depende de onde você está ligado: no corpo, na mente ou no coração. Esses são os três mais importantes locais nos quais a pessoa pode funcionar. Mas também existe um quarto local em você; no oriente ele é chamado de turya. Turya simplesmente significa o quarto, o transcendental. Se você está consciente de sua transcendentalidade, então todos os desejos desaparecem. Então a pessoa apenas é, sem qualquer desejo, sem nada para ser pedido, para ser atendido. Não existe futuro ou passado. Então a pessoa vive neste momento completamente satisfeita, realizada. No quarto, o seu lótus de mil-pétalas desabrocha; você se torna divino.</strong><br />
Você está perguntando, Krishna, ‘O que eu quero?’ Isso simplesmente mostra que você nem mesmo sabe onde está, onde você está ligado. Você terá que investigar dentro de si mesmo – e isso não é muito difícil. Se é comida e sexo que toma a maior parte de você, então eli é onde você está identificado; se é algo que diz respeito ao pensar, então é a mente; se diz respeito a sentimentos, então é o coração. E, naturalmente, Krishna, não pode ser o quarto; senão a pergunta nunca teria surgido.<br />
Assim, ao invés de responder a você, eu gostaria de lhe perguntar onde você está. Investigue.<br />
Eu devo lhe perguntar, ‘Onde você está? Qual o tipo de identificação? Onde você está ligado?’ Somente então as coisas podem ficar claras – e isso não é difícil. Mas acontece muitas vezes das pessoas formularem belas perguntas, particularmente os indianos, Krishna. Elas podem estar ligadas ao centro sexual delas, mas elas perguntam a respeito do samadhi. Elas perguntam, ‘O que é nirvikalpa samadhi, onde todos os pensamentos desaparecem, aquela consciência sem pensamentos? O que é isso? O que é nirbeef samadhi, o sem semente, onde mesmo as sementes para qualquer futuro estão completamente queimadas? Qual é o estado supremo onde não se necessita de retorno à terra, ao útero, as vida novamente?’ Essas são apenas perguntas tolas que eles estão formulando; eles não estão formulando as perguntas deles. Eles não estão preocupados com a verdadeira situação deles. Eles estão formulando belas perguntas, metafísicas, esotéricas, para mostrar que eles são seres da mais alta qualidade, que eles são eruditos, que eles conhecem as escrituras, que eles são buscadores, que eles não são pessoas comuns, eles são extraordinários, religiosos. Isto está conduzindo os indianos a uma bagunça cada vez maior.<br />
<strong>É sempre bom perguntar algo que seja relevante para você ao invés de perguntar algo que não lhe diz respeito.As pessoas me perguntam se Deus existe ou não, e elas nem mesmo sabem se elas existem ou não.</strong></p>
<p><strong><br />
Krishna, é sempre bom formular perguntas sobre questões que existem de fato, porque elas podem ser de alguma ajuda para você</strong>. Se você estiver sofrendo de um resfriado comum e for ao médico perguntando sobre câncer&#8230; pois como um homem como você pode sofrer de uma coisa usual como um resfriado comum&#8230;? Todas as pessoas ordinárias sofrem de resfriado comum, por isso que ele é chamado de resfriado comum. Mas você é uma pessoa fora do comum – você não é nenhum Tom, Harry ou Dick. Você é tão especial que você tem que sofrer de alguma coisa muito especial; assim você pergunta sobre o câncer. E se o médico ajudá-lo a curar o câncer, você vai ter mais problemas – aquele tratamento não vai ser adequado para você de maneira alguma. Ele vai criar mais complicações em você porque aqueles remédios podem matá-lo, pois nada existe para a ação deles; não existe câncer em você e eles não podem ser úteis para um resfriado comum.<br />
Na verdade, para um resfriado comum, não existe medicação. Se você tomar remédio, o resfriado comum desaparece em sete dias; se você não tomar remédio, ele desaparece em uma semana! Na verdade, ele é tão comum que a ciência médica não se preocupa com ele. Quem vai cuidar de uma coisa tão pequena? As pessoas se preocupam com a ida à lua. Quem se preocupa com pequenas questões como um resfriado comum, ou o vazamento de uma caneta-tinteiro? As canetas-tinteiro ainda vazam! As pessoas já chegaram à lua, mas ainda não foram capazes de fazer uma caneta-tinteiro com cem por cento de garantia de que não vai vazar.<br />
Simplesmente olhe para dentro de si mesmo, Krishna. Onde exatamente está o seu problema?<br />
Um general visitando um hospital de campanha perguntou a um dos soldados carregados na maca, ‘O que está errado com você?’<br />
‘Senhor,’ respondeu o soldado, ‘Eu tive furúnculos.’<br />
‘Qual tratamento você teve?’<br />
‘Eles me esfregaram com tintura de iodo, senhor.’<br />
‘E isso ajudou?’ perguntou o general.<br />
“Sim, senhor!’ respondeu o soldado.<br />
Em seguida, o general dirigiu-se ao soldado da outra cama e descobriu que o sujeito tem hemorróidas. Ele também foi esfregado com tintura de iodo; isso ajudou e ele não teve outras demandas. O general perguntou então ao terceiro soldado, ‘O que está errado com você?’<br />
‘Senhor, eu tive as amigdalas inchadas. Esfregaram-me tintura de iodo e, sim, isso ajudou.’<br />
‘Algo mais você gostaria?’ perguntou o preocupado general.<br />
‘Sim, senhor!’ respondeu o soldado. ‘Eu gostaria de ter sido o primeiro a ser esfregado com a tintura.’</p>
<p><strong>Primeiro você tem que ver a sua situação, onde você está; somente então você poderá dizer o que você quer. </strong>Se você estiver sendo esfregado com tintura de iodo depois daqueles dois camaradas – um que tinha furúnculos e o outro que tinha hemorróidas – e você está sofrendo apenas com amigdalas inchadas, então o problema está claro!<br />
Investigue, olhe para o lugar exato onde você está. No que me diz respeito, todo desejo é completo desperdício, todo querer é errado. Mas se você está identificado com o corpo, eu não posso dizer isso para você, porque isso estará muito longe do seu alcance. Se você está identificado com o corpo, eu lhe direi, mude um pouco para desejos mais elevados, os desejos da mente, e depois um pouco mais alto, para os desejos do coração, e depois finalmente ao estado sem desejos.<br />
Desejo algum jamais será satisfeito. Esta é a diferença entre a abordagem científica e a abordagem religiosa. A ciência tenta satisfazer os seus desejos e, naturalmente, a ciência tem sido bem sucedida ao fazer muitas coisas, mas o homem permanece na mesma miséria. A religião tenta acordá-lo para a grande compreensão para que você possa ver que todos os desejos  intrinsecamente não conseguem ser satisfeitos.<br />
É preciso ir além de todos os desejos e somente assim haverá contentamento. Contentamento não é o fim de um desejo, contentamento não é a satisfação do desejo; porque o desejo não pode ser satisfeito. Com o tempo, quando você chegar à satisfação do seu desejo, irá descobrir que mil e um outros desejos surgiram. Cada desejo se ramifica em muitos desejos novos. E isso acontecerá repetidas vezes e toda a sua vida será desperdiçada.<br />
Aqueles que sabem, aqueles que vêem – os budas, os despertos – todos concordam em um ponto. Isso não é uma coisa filosófica, é factual, o fato do mundo mais interior: o contentamento acontece quando todos os desejos tiverem sido abandonados. É com a ausência de desejos que o contentamento surge dentro de você. – na ausência. Na verdade, a própria falta de desejos é contentamento, é preenchimento, é gozo, é florescimento.<br />
Krishna, mova-se dos desejos mais baixos para os desejos mais elevados, dos desejos brutos para os desejos mais sutis, e depois para o mais sutil, porque é fácil o pulo do mais sutil para o não-desejo, para o estado sem desejo. O estado sem desejo é nirvana.<br />
Nirvana tem dois significados. É uma das mais belas palavras; idioma algum pode orgulhar-se dessa palavra. Ela tem dois significados, mas esses dois significados são como dois lados de uma mesma moeda. Um significado é a cessação do ego e o outro significado é a cessação de todos os desejos. Isso acontece simultaneamente. O ego e os desejos estão intrinsecamente juntos, eles estão inseparavelmente juntos. No momento em que o ego morre, os desejos desaparecem, ou vice-versa: no momento em que os desejos são transcendidos, o ego é transcendido. E ser sem desejos, ser sem ego, é conhecer a felicidade suprema, é conhecer o êxtase eterno.<br />
Krishna, sannyas é isso: a busca pelo êxtase eterno, a qual começa mas nunca termina.</p>
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